"UM JÁ FOI!"

1915

“Um Já Foi!”

Não passara nem uma semana antes de Marco trazer ao Rato no seu quarto um envelope contendo várias tiras de papel e cada uma com algo escrito.

― Isto é outra parte do jogo. ― ele disse gravemente. ― Vamos sentar juntos à mesa e estudá-lo.

Eles sentaram-se e examinaram o que estava escrito nas tiras. No topo de cada uma estava o nome de um dos lugares a que Marco havia conectado a face que esboçara. Mais em baixo havia direções sucintas e claras de como alcançá-la e as palavras para serem ditas quando cada indivíduo fosse encontrado.

“Essa pessoa é para ser achada em sua barraca na feira” estava escrito para um camponês com uma face inexpressiva. “Você primeiro atrairá sua atenção perguntando o preço de algo. Quando ele estiver olhando para você, toque seu dedão da mão esquerda levemente com o dedo indicador da sua mão direita. Então pronuncie em um tom baixo e distinto as palavras ‘A Lâmpada está acesa.’ Isso é tudo o que você deve fazer.”

Às vezes as instruções não eram tão simples assim, mas todas eram similares. Os originais dos esboços eram para serem procurados – sempre com cuidado para manter em segredo que eles estavam sendo procurados e sempre de modo que o encontro aparentasse como mero acaso. Então certas palavras eram para ser ditas mas sempre sem atrair a atenção de qualquer espectador curioso ou transeunte.

Os meninos trabalharam nas suas tarefas pelo resto do dia. Eles concentraram toda a sua energia nela. Eles escreveram e reescreveram – repetiram um para ao outro o que decoraram como se fosse uma lição. Marco trabalhava com mais facilidade e rapidez porque esse tipo de treinamento havia sido sua prática e entretenimento desde sua infância. O Rato, entretanto, quase conseguia alcançá-lo, pois ele nascera com uma memória fenomenal e sua avidez e desejo eram um furor.

Mas pelo resto do dia nenhum deles se referiu ao que estavam fazendo nada mais além de “o jogo”. À noite, é verdade, os dois se viram deitados acordados e pensando. Foi O Rato que, do seu sofá, quebrou o silêncio.

― Era o que os mensageiros do Partido Secreto seriam ordenados a fazer quando fossem mandados para dar o Sinal para a Ação. ― ele disse. ― Eu inventei isso no primeiro dia que inventei o partido, não é?

― Sim. ― Marco respondeu.

Depois do terceiro dia de concentração eles decoraram tudo o que havia sido dado para eles aprender. Naquela noite Loristan os submeteu a um teste. ― Vocês podem escrever estas coisas? ― ele perguntou, depois que cada um as repetiu e emergiu com sucesso de todos os interrogatórios cruzados.

Cada menino as escreveu corretamente da memória. ― Escreva o seu em Francês – em Alemão – em Russo – em samaviano. ― Loristan disse para Marco.

― Tudo o que você tem me falado para fazer e aprender é parte de mim, Pai. ― Marco disse no final. ― É parte de mim, como se fosse minha mão ou meus olhos – ou meu coração.

― Creio que isso é verdade. ― respondeu Loristan.

Ele estava pálido naquela noite e havia uma sombra na sua face. Seus olhos seguravam uma grande ânsia ao olharem para Marco. Era um anseio que continha um certo receio.

Lázaro também não estava parecendo consigo mesmo. Ele estava vermelho em vez de pálido e seus movimentos eram incertos e agitados. Ele pigarreava nervosamente em intervalos e mais de uma vez levantava da sua cadeira como se estivesse procurando por algo.

Era quase meia noite quando Loristan, de pé perto de Marco, colocou seu braço envolta dos ombros dele. ― O Jogo, ― ele começou, e então ficou silencioso por alguns minutos enquanto Marco sentia o braço dele apertar. Marco e O Rato sentiram uma batida rápida e forte nos seus peitos e por causa disso e a pausa parecer ser longa, Marco falou.

― O Jogo – sim, Pai? ― ele disse.

― O Jogo logo lhe dará trabalho para fazer – para vocês dois. ― Loristan respondeu.

Lázaro pigarreou e andou para o cavalete no canto do quarto. Mas ele só mudou a posição de uma folha de papel de desenho que lá estava e voltou.

― Em dois dias vocês devem ir para Paris – como você ― agora falando com O Rato ― planejou no jogo.

― Como eu planejei? ― O Rato quase não conseguiu proferir as palavras.

― Sim. ― Loristan respondeu. ― As instruções que têm aprendido vocês irão executar. Não há nada mais para fazer a não ser manejar para se aproximar de certas pessoas perto o suficiente para poder dizer a eles algumas palavras.

― Somente dois andarilhos jovens de quem nenhum homem poderia suspeitar ― Lázaro acrescentou numa voz surpreendentemente grossa e trêmula. ― poderiam passar perto do próprio Imperador sem perigo. O jovem Mestre ― sua voz tornou-se tão rouca que foi obrigado a pigarrear altamente ― o jovem Mestre deve se conduzir com menos elegância. Seria bom você arrastar os pés um pouco e inclinar sua cabeça como se fosse parte do povo.

― Sim, ― O Rato disse rapidamente. ― ele deve fazer isto. Eu posso ensiná-lo. Ele segura sua cabeça e ombros como um cavalheiro. Ele deve se parecer com um menino de rua.

― Eu vou parecer com um. ― Marco disse com determinação.

― Eu confiarei que você irá lembrá-lo. ― Loristan disse para O Rato, e disse com seriedade. ― Esse será seu encargo.

Ao deitar-se no seu travesseiro naquela noite, pareceu para Marco como se um fardo houvesse levantado do seu coração. Era o fardo de incerteza e almejo. Por tanto tempo ele carregara a angústia do sentimento de que era muito jovem para ser permitido a servir de qualquer maneira. Seus sonhos nunca foram extraordinários. Mas agora nenhum sonho que pudesse passar por sua cabeça teria parecido tão maravilhoso quanto esse – a hora chegara – a hora chegara – e ele próprio, Marco, deveria ser seu mensageiro. Não era para ele fazer nenhuma façanha nem ser proclamado por nenhum brado de arauto. Ninguém saberia o que ele fez. O que ele realizou somente poderia ser alcançado se mantivesse oculto e desconhecido e se parecesse a todos um menino ordinário e comum que não sabia absolutamente nada de coisas importantes. Mas seu pai dera a ele um presente tão esplendido que ele tremia de admiração e alegria ao pensar. O Jogo tornara-se real. Ele e O Rato deveriam levar consigo O Sinal, e seria como se levassem uma pequena lamparina para pôr em chamas luzes que resplandeceriam de um pico de montanha para o próximo até que metade do mundo parecesse estar em chamas.

Do mesmo modo que acordara de seu sono quando Lázaro o tocou, ele acordou de madrugada de novo. Mas ele não foi acordado por um toque. Quando abriu seus olhos ele sabia que era um olhar que havia penetrado em seu sono – um olhar do seu pai que estava de pé ao lado dele. Na rua lá fora estava um silêncio completo que ele havia notado na noite que o Príncipe os visitou pela primeira vez – a lâmpada de rua era a única luz mas conseguia ver a face de Loristan claro o suficiente para saber que a mera intensidade de seu olhar o havia acordado. O Rato estava dormindo profundamente. Loristan falou em samaviano aos sussurros.

― Filho amado, ― ele disse. ― você é muito jovem. Por ser seu pai – nessa exata hora não posso sentir nada mais. Tenho o treinado para isso por sua vida inteira. Estou orgulhoso de sua maturidade e força mas – Filho amado – você é uma criança! Posso fazer isso?!

Neste momento sua face e sua voz mal se pareciam com ele. Ele ajoelhou-se ao lado da cama, e, ao fazer isso, Marco, levantando um pouquinho, agarrou a mão dele e segurou firmemente contra seu coração.

― Pai, eu sei! ― ele exclamou em sussurros também. ― É verdade. Eu sou uma criança mas não sou também um homem? Você mesmo disse isso. Eu sempre soube que você estava me ensinando para ser um homem – por alguma razão. Era meu segredo que eu sabia. Eu aprendi bem porque nunca esqueci disso. E eu aprendi. Não é?

Ele estava tão ansioso que parecia mais com um menino do que nunca. Mas esta força e coragem jovem eram esplêndidas de ver. Loristan o conhecia por completo e lia todo pensamento de menino seu.

― Sim. ― ele respondeu vagarosamente. ― Você fez sua parte – e agora se eu – recuasse – você sentiria que eu havia o falhado.

― Você? ― Marco sussurrou orgulhosamente. ― Você não falharia nem mesmo com a coisa mais fraca no mundo!

Houve um momento de silêncio em que os dois pares de olhos fitavam-se um no outro com um significado muito profundo, então Loristan levantou-se.

― O final será o que os nossos corações mais anseiam ― ele disse. ― Amanhã você deve começar a parte nova do “Jogo”. Você deverá ir para Paris.

Quando o trem que se encontra com o barco que atravessava de Dover para Calais começou a soltar fumaça e a sair da barulhenta Estação Charing Cross, carregava na terceira classe dois meninos com roupas esfarrapadas.8 Um deles seria um jovem majestoso se não se carregasse tão relaxadamente e andasse como um menino de rua desleixado arrastando os pés. O outro era um aleijado que andava vagarosamente e aparentemente com dificuldades nas suas muletas. Não havia nada notável ou pitoresco o suficiente neles para atrair atenção. Eles sentavam no canto do vagão e não conversavam muito e nem aparentavam estarem particularmente interessados na jornada ou um no outro. Quando subiram no navio eles rapidamente se misturaram entre os passageiros mais comuns e de fato acharam um lugar que não era vantajoso o suficiente para ser um lugar que qualquer outra pessoa iria querer.

― Para que um par de meninos pobres está indo para Paris? ― alguém perguntou a seu acompanhante.

― Certamente não por divertimento… talvez para achar um emprego ― foi a vaga resposta.

À noite eles chegaram em Paris e Marco conduziu para um pequeno restaurante numa ruela onde compraram uma comida barata. Na mesma ruela eles acharam uma cama que poderiam dividir para a noite num quarto acima de uma padaria.

O Rato estava muito empolgado para poder dormir cedo. Ele implorou para Marco guiá-lo pelas ruas brilhantes. Eles foram vagarosamente pela larga avenida des Champs Elysees (Campos Elísios) debaixo das luzes brilhantes entre as árvores de castanha-da-Índia. Os olhos perspicazes do Rato captaram tudo – as folhagens das árvores que tampavam as luzes dos restaurantes, todas as carroças e carruagens passando, as pessoas conversando ou rindo nas ruas ou sentadas envolta de mesas bebendo vinho e ouvindo música, a larga correnteza de vidas que corriam até o Arco do Triunfo9 e de volta.

― Aqui é mais iluminado e claro do que em Londres. ― ele disse para Marco. ― Parece que as pessoas estão se divertindo mais do que na Inglaterra.

Place de la Concorde espalhando seu majestoso espaço – um mundo de iluminação, movimento e beleza grandiosa – o segurava como um encanto. Ele queria ficar pasmado olhando para a estrutura primeiro de um ponto de vista e depois de outro. Era maior e mais poderosa do que ele podia imaginar quando Marco descrevera para ele e lhe dissera sobre o que aquele lugar significou nos dias da Revolução Francesa quando a guilhotina lá havia permanecido e as carroças de pessoas havia se esvaziado aos seus pés.

Ele ficou em pé perto do Obelisco um longo tempo sem falar nada. ― Posso ver tudo acontecendo ― ele disse finalmente empurrando Marco.

Antes de eles voltarem para casa, acharam o caminho para uma casa grande que ficava no meio de um pátio. No ferro ornamental das grades majestosas que cercavam o pátio havia pequenas coroas douradas. As grades estavam fechadas e a casa não era muito iluminada.

Eles passaram por ela e andaram em volta sem falar nada, mas quando se aproximaram da entrada pela segunda vez O Rato disse em voz baixa:

― Ela tem um metro e setenta, tem cabelo preto, com a parte superior do nariz saliente, suas sobrancelhas são pretas e quase se encontram, ela tem pele oliva pálido e ergue sua cabeça orgulhosamente.

― Esta é a pessoa. ― Marco respondeu.

Eles ficaram em Paris por uma semana e todos os dias passavam perto dessa casa grande. Havia certas horas em que era mais provável que senhoras nobres saíssem e entrassem do que outras. Marco sabia disto e eles procuravam deixar a casa à vista ou passar por ela nessas horas. Por dois dias eles não viram nenhum sinal da pessoa que eles esperavam de ver, mas numa manhã os portões foram abertos e eles viram flores e palmeiras serem levadas para dentro.

― Ela estava fora e está voltando. ― Marco disse. No próximo dia eles passaram pela casa três vezes – uma vez quando era hora de mulheres elegantes saírem para fazerem suas compras, uma vez quando as visitas da tarde eram mais prováveis de começarem, e uma vez quando as ruas estavam brilhantes de luzes e carroças e carruagens começavam ir para festas, restaurantes e teatros.

Então, enquanto estavam de pé a certa distância das grades de ferro, uma carruagem passou por eles e parou na frente do portão que foi aberto por dois criados altos de librés esplendidos.

― Ela está saindo. ― O Rato disse.

Eles poderiam vê-la claramente quando ela viesse porque as luzes sobre a entrada estavam bem claras. Marco tirou da parte de baixo da manga de sua jaqueta um esboço feito cuidadosamente. Ele e O Rato o olharam.

Um criado ficou de guarda em cada lado do portão aberto. O criado que sentava com o cocheiro havia descido e estava esperando ao lado da carruagem. Marco e O Rato deram uma olhada novamente com rapidez furtiva para o esboço. Uma mulher apareceu na porta. Ela parou e deu algumas ordens para o criado que estava na direita. Então saiu para a luz e entrou na carruagem a qual saiu do pátio e passou bem próximo de onde os dois meninos esperavam.

Quando havia desaparecido, Marco respirou fundo e rasgou o esboço em vários pedaços bem pequenos. Ele não jogou os pedaços fora mas colocou-os dentro do seu bolso. O Rato respirou fundo também. ― Sim. ― ele disse positivamente.

― Sim. ― disse Marco.

Quando eles estavam seguros no quarto acima da padaria, discutiram as possibilidades de passarem por ela de maneira que pareceria por acaso. Dois meninos comuns não poderiam entrar no pátio. Havia uma entrada por traz para homens de negócio e mensageiros. Quando ela saía sempre entrava na carruagem no mesmo lugar. A não ser que ela às vezes andasse, não poderiam aproximar-se dela. O que deveria ser feito? Era algo difícil. Depois de eles conversarem por algum tempo O Rato sentou e começou a roer as unhas.

― Amanhã à tarde, ― ele finalmente falou. ― nós olharemos e veremos se a carruagem entra para ela – aí, quando ela vier para a porta, começarei mendigar. O servo irá pensar que sou um estrangeiro e não sei o que estou fazendo. Você pode vim depois para me falar para sair, porque você sabe melhor do que eu que devo sair. Ela talvez seja uma mulher bondosa e nos escute – e você talvez possa chegar perto dela.

― Podemos tentar. ― Marco respondeu. ― Talvez funcione. Vamos tentar.

O Rato nunca deixou de tratá-lo como seu líder. Ele havia implorado a Loristan para deixá-lo ir com Marco como seu servo, e o servo dele ele era mais do que disposto a ser. Quando Loristan havia dito que ele seria o seu ajudante-de-campo, ele sentira que sua confiança havia sido elevada para uma dignidade militar que também o elevou. Como o seu ajudante-de-campo ele deve servi-lo, observá-lo, obedecer a seu menor desejo, e deixar tudo fácil para ele. Às vezes Marco ficava perturbado pela maneira em que esse estranho, antes um moço ditatorial e briguento que no começo havia jogado pedras nele insistia em servi-lo.

― Você não precisa ficar me servindo, ― Marco lhe disse. ― eu consigo me servir.

O Rato corou. ― Ele disse para mim que me deixaria vir com você como seu ajudante-de-campo. ― ele disse. ― É…é parte do jogo. As coisas ficam mais fáceis se continuarmos o jogo.

Atrairia muita atenção se eles passassem muito tempo ao redor da casa grande. Então aconteceu que na próxima tarde a senhora rica evidentemente saiu numa hora quando eles não estavam procurando por ela. Eles estavam em seu caminho para tentarem executar seu plano quando, ao andarem juntos pela Rue Royale, O Rato de repente tocou o cotovelo de Marco.

― A carruagem está na frente da loja com laços na janela. ― ele sussurro rapidamente.

Marco olhou e logo a reconheceu. A dona tinha evidentemente entrando na loja para comprar algo. Essa era uma oportunidade melhor do que eles haviam esperado e, quando se aproximaram da carruagem, viram que havia ainda mais outro ponto a favor deles. Dentro da carruagem estavam três pequineses que pareciam idênticos. Os três estavam tentando olhar para fora da janela e estavam empurrando um ao outro. Eles eram tão perfeitos e tão lindos que poucas pessoas passavam sem olhar para eles. Que desculpa melhor dois meninos podiam ter por ficarem olhando?

Eles pararam e, ficando de pé a pouca distância, começaram a olhar e conversar entre si, rindo da maneira engraçada e agitada que se comportavam. Pela janela da loja Marco viu de relance a senhora rica. ― Ela não parece muito interessada. Ela não ficará por muito mais tempo. ― ele sussurrou, e adicionou em voz alta ― Aquele menor é o líder. Veja como ele empurra os outros pro lado! Ele é mais forte do que os outros dois, mesmo sendo tão pequeno.

― Ele consegue morder também, ― O Rato disse.

― Ela está vindo agora. ― Marco avisou, e depois deu uma gargalhada quando os pequineses viram sua dona na porta da loja e começaram a pular e latir de alegria.

A própria dona começou a sorrir, e estava sorrindo enquanto Marco se aproximava dela.

― Podemos olhá-los, Madame? ― ele disse em Francês e enquanto ela fez um gesto bondoso de aquiescência e andou em direção à carruagem com ele, ele disse em poucas palavras, bem baixo mas bem distinto, em russo.

― A Lâmpada Está acesa. ― ele disse.

O Rato olhou-a com olhos perspicazes, mas ele não viu sua face mudar nem um pouquinho. O que ele notou mais do que tudo na sua jornada era que cada pessoa a quem eles davam o Sinal tinha controle completo sobre seu semblante se houvesse pessoas próximas e nunca revelavam nada por qualquer mudança na expressão, como se as palavras não significassem nada de importante.

A senhora rica simplesmente continuou sorrindo, e falou somente sobre os cachorros, permitindo que ele e Marco os olhassem pela janela da carruagem enquanto o criado abria a porta para ela entrar.

― Eles são pequenos animais lindos. ― Marco disse, levantando seu chapéu e, depois de o criado se virar ele disse suas poucas palavras em Russo de novo e saiu sem olhar de novo para a mulher.

― UM já foi! ― Marco disse para O Rato naquela noite antes de eles dormirem e com um fósforo queimou os pedaços do esboço que havia rasgado e colocado no bolso.

8Dover na Inglaterra e Calais na França são separadas por somente 20 milhas (32 quilômetros) de água. Esta é a mais curta distância entre Inglaterra e Europa continental. Balsas até hoje atravessam de uma cidade para outra levando pessoas e seus veículos. Charing Cross é uma estação de trem no centro de Londres que está em operação até hoje. Back

9O Arco de Trinfo (francês: Arc de Triomphe") é um monumento famoso em Paris em honra aos soldados franceses da era de Napoleão Bonaparte. O "Place de la Concorde" que significa Praça da Concórdia é a maior praça em Paris e onde o Obelisco está localizado. Este Obelisco de 3,300 anos de idade é um monumento egípcio dada pelo vice-rei do Egito em 1833 e possui aproximadamente 23 metros de altura e 230 toneladas. Ele é decorado com centenas de hieróglifos referentes ao Faraó Ramsés II. Back

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